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André Coutinho, o novo Responsável de Engenharia e Inovação (Projetos Especiais) da Grupel, partilha a sua visão ambiciosa para o avanço da inovação em engenharia no setor da energia. Focado em soluções sustentáveis e orientadas para o futuro, destaca a forma como a Grupel se está a posicionar como líder global, trabalhando para a integração de sistemas híbridos, energias renováveis e conectividade de redes inteligentes. Descubra os desafios e as oportunidades que estão a moldar o setor dos grupos eletrogéneos no âmbito da transição energética e o papel crucial da transformação digital na promoção da eficiência e da sustentabilidade.
As minhas expectativas são bastante ambiciosas e alinhadas com o espírito inovador da Grupel. Pretendo fortalecer a ligação entre desenvolvimento tecnológico e as necessidades reais do mercado, promovendo soluções cada vez mais eficientes, sustentáveis e orientadas para o futuro. Quero contribuir para consolidar a posição da Grupel como referência global em engenharia aplicada à energia.
Acredito que o crescimento da marca passa pela diferenciação tecnológica e pela capacidade de antecipar as transformações do setor. Através de inovação contínua em produto, processos e modelos de negócio, espero apoiar a Grupel a responder de forma ágil às novas exigências do mercado, com soluções mais inteligentes, integradas e adaptadas aos desafios da transição energética e da digitalização.
A transição energética está a redefinir o papel dos geradores. Deixam de ser apenas fontes de backup para se tornarem parte integrante de sistemas híbridos, flexíveis e interconectados. Isso exige soluções que combinem fontes convencionais com energias renováveis, maior eficiência e capacidade de integração com redes inteligentes. Para o setor, é um desafio e uma oportunidade para inovar e criar valor sustentável.
Os principais desafios incluem a necessidade de descarbonização, a adaptação a novos modelos energéticos distribuídos, a crescente pressão por eficiência e fiabilidade, bem como o cumprimento de normas ambientais mais exigentes. A hibridização dos sistemas, combinando geradores convencionais com fontes renováveis e armazenamento, surge como uma resposta estratégica, permitindo não só reduzir a pegada ambiental, mas também diminuir significativamente os custos de energia e de operação. Além disso, a volatilidade dos mercados exige flexibilidade, inteligência e inovação em toda a cadeia de valor.
A transformação digital é um catalisador essencial. Permite-nos monitorizar ativos em tempo real, otimizar desempenho, prever falhas e personalizar soluções de forma muito mais eficiente. Com digitalização, conectividade e análise de dados, conseguimos melhorar a experiência do cliente, acelerar o desenvolvimento de produto e tornar a operação mais resiliente e sustentável. Na Grupel, essa transição já está em curso e será uma alavanca decisiva para responder com sucesso aos desafios do setor.
Sim, desde que a solução seja corretamente dimensionada. Em eventos de maior dimensão, é frequente utilizar vários grupos geradores para alimentar diferentes palcos, áreas técnicas e serviços de apoio.
A potência depende dos equipamentos utilizados, dos picos de arranque e do consumo simultâneo. O dimensionamento deve ser realizado com base numa lista detalhada das cargas e nas condições reais de funcionamento.
Os níveis sonoros variam conforme o equipamento e a instalação. Os grupos geradores insonorizados, combinados com uma localização e orientação adequadas, ajudam a reduzir significativamente o impacto acústico.
Depende da importância das cargas e do nível de risco aceitável. Em eventos críticos, uma solução de emergência pode evitar que uma falha da rede interrompa o espetáculo ou afete sistemas de segurança.
Sim. A utilização de diferentes equipamentos permite dividir as cargas por palcos, restauração, iluminação, zonas técnicas ou sistemas críticos, proporcionando maior flexibilidade e segurança operacional.
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